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Núcleos Locais de Proteção Civil do Funchal

Visão

As áreas mais vulneráveis aos riscos no município do Funchal tornar-se-ão mais resilientes através de uma resposta coletiva dos grupos comunitários, onde o gosto pela aprendizagem e a convivência alargada reforçará as atitudes, individuais e coletivas, de prevenção e minimização do risco.

Objetivo geral

Objetiva-se promover uma organização comunitária através da sensibilização e do planeamento participativo, de modo a obter uma resposta coletiva e voluntária na prevenção e minimização dos riscos, e consequentemente, aumentar a resiliência da população residente nas áreas mais vulneráveis aos riscos. Especificamente, incentivar-se-á habilidades na comunidade no âmbito da gestão dos riscos.

Objetivo Específicos

O presente plano de ação além da formação, visa:

  • Criação de espaços democráticos – a articulação entre os diferentes agentes permitirá a consolidação do plano através de codecisão, bem como, proporcionará o ambiente favorável para a (re) formulação de princípios de convivência local, nomeadamente, o valor de solidariedade.
  • Construção de uma cultura de prevenção – de modo a formar uma população consciente e alertada para as questões de prevenção e minimização dos riscos incentivar-se-á a construção do senso crítico, isto é, observar, analisar e interagir, como também, auxiliar-se-á os elementos a refletir sobre os riscos existentes na sua área residencial, pretendendo-se uma mudança de comportamentos despertada pelo sentimento de corresponsabilidade. Conclui-se, que ocorrerá uma diminuição do efeito surpresa e aumento da resiliência.
  • Capacitação de uma equipa direcionada para mitigação do risco – o recrutamento e formação de cidadãos voluntários predispostos a ajudarem a sua comunidade permitirá através da orientação dos agentes de Proteção Civil, de Saúde, de Ação Social uma resposta coletiva, eficiente, coerente e adaptada a especificidades locais em situações de emergência. Um outro resultado da inclusão da população no processo de gestão do risco será descentralização do processo e a monitorização permanente do risco.
  • Capacitação uma equipa de jovens direcionada para mitigação do risco – os jovens apresentam-se na atualidade como catalisadores de mudanças junto à comunidade, por isso motivo a formação e orientação de uma população juvenil é fundamental para manter as ações preventivas, como também, é um importante meio para mobilização e aproximação à população (Redes de relações). A sua formação permitirá não só a sensibilização dos jovens, bem como, será uma ferramenta de inclusão social, uma vez que promoverá a cooperação e solidariedade. Isto é, ajudar-se-á os alunos a serem uns cidadãos conscientes e participativos.

 

 

CMF está a transformar a resposta a situações de catástrofe nas Zonas Altas

População do Curral dos Romeiros já tem kit de Proteção Civil

Os Núcleos Locais de Proteção Civil do Funchal têm vindo a ser operacionalizados pelo Executivo liderado por Paulo Cafôfo desde 2017. Estes são uma das novas abordagens para garantir a proteção de pessoas e bens nas Zonas Altas do concelho, dotando os cidadãos comuns de meios para saber comportar-se numa primeira resposta a situações de catástrofe, sendo que, neste momento, a Autarquia tem vários projetos em implementação, em diferentes estados evolutivos, destacando-se os casos do Curral dos Romeiros, no Monte, e da Escola Dr. Eduardo Brazão de Castro, em São Roque, como aqueles que já se encontram em pleno funcionamento.

Em processo de formação, estão os Núcleos nas Corujeiras, nas Babosas-Lajinhas (ambas no Monte), e no Sítio da Alegria (São Roque). Refira-se que o Núcleo do Curral dos Romeiros já tem o seu próprio kit, entregue pelo Presidente Paulo Cafôfo no Verão de 2017, destacando a Autarquia que a recetividade dos residentes e alunos tem sido, até agora, encorajadora, incentivando a que ainda mais comunidades se disponibilizem para este efeito, no futuro próximo.

Com génese nas ferramentas de Democracia Participativa que o atual Executivo da Câmara Municipal do Funchal tem implementado ao longo dos últimos anos, os Núcleos são um grande passo em frente no que diz respeito à proteção de pessoas e bens, reconhecendo-se que a melhor forma de proteger as populações em situações de emergência é envolvê-las no combate a catástrofes, investindo-se em literacia e meios nesta área de ação. Isto porque a maior vulnerabilidade identificada nas zonas de risco é o facto de a população não ter formas eficazes de enfrentar a primeira fase de resposta, antes da chegada das forças de combate.

O entendimento da Autarquia é, por isso, que os órgãos de poder Executivo têm cada vez mais de pensar em estratégias de intervenção que não se limitem à atuação pós-desastre, mas que incidam, pelo contrário, na prevenção e preparação da população para lidar com essas situações nos seus contextos e no seu território. A implementação deste projeto constitui uma mais-valia inequívoca para a consolidação da governança na gestão de risco à escala municipal e para o incremento de uma Proteção Civil de proximidade, acrescentando-se que a Autarquia tem em vigor uma estratégia clara de prevenção e mitigação do risco, promovendo o envolvimento da comunidade na construção de uma maior cultura de segurança e a adoção de comportamentos de prevenção e autoproteção responsáveis e adequados face a situações de emergência. De um modo geral, residentes e comunidade escolar, assumem assim um papel preponderante na partilha e troca de conhecimentos com os familiares e vizinhos, e na sua proteção e segurança, responsabilidade que compete a todos.

O envolvimento e participação ativa da comunidade na mitigação do risco, além de aumentar a eficiência dos mecanismos de prevenção municipais, contribui para a monitorização dos fatores de perigo e identificação de novos elementos expostos, reduzindo o risco existente e promovendo a construção de um município mais resiliente.