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quinta, 10 janeiro 2019 16:29

CMF avança com a Polícia Municipal e com a consolidação de escarpas nos Tornos e na Socipamo

A Câmara Municipal do Funchal aprovou, hoje, em Reunião de Câmara, a abertura do procedimento com vista à elaboração do regulamento da Polícia Municipal do Funchal, bem como os Planos de Segurança e Saúde para a consolidação de duas encostas no Funchal, nomeadamente no Caminho dos Tornos e no Caminho Comandante Camacho de Freitas, junto à Socipamo.

O Presidente Paulo Cafôfo começou por explicar que a abertura do procedimento para elaborar o regulamento da Polícia Municipal é “um passo decisivo para cumprirmos este que era um dos nossos compromissos eleitorais. A Polícia Municipal do Funchal terá funções administrativas de fiscalização municipal, como por exemplo a fiscalização da ocupação do espaço público, mas intervirá também em questões de trânsito e de policiamento do espaço público.”

“Teremos um corpo de 50 elementos, com um respetivo comandante, numa estrutura que vai assegurar maior eficácia e eficiência na fiscalização da cidade, em colaboração com as outras entidades de segurança”. Paulo Cafôfo revelou ainda que, nesta fase, serão consultadas a Polícia de Segurança Pública, os Guardas Noturnos, os sindicatos destas entidades e os partidos políticos que compõem a Assembleia Municipal do Funchal, “de forma a termos um regulamento que reúna diferentes visões e sensibilidades, e corresponda às necessidades da cidade em termos técnicos.”

Igualmente aprovados hoje foram os Planos de Segurança e de Saúde de duas escarpas da cidade do Funchal. Paulo Cafôfo explicou que “na sequência dos incêndios de 2016, a CMF tem vindo a intervir em seis escarpas. Em termos de consolidação definitiva, duas empreitadas já estão no terreno, outras duas estão à espera do visto do Tribunal de Contas, e hoje foi cumprido o último passo para dar início à intervenção nas restantes, que deverá começar já neste mês de janeiro.”

A escarpa sobranceira ao Caminho dos Tornos representará um investimento de 1,4 milhões de euros, ao passo que a escarpa da Socipamo custará 1,9 milhões de euros. “Com este processo, estamos a fechar um ciclo, normalizando os impactos dos incêndios 2016, e garantindo a segurança das populações.”