Facebook Youtube Twitter Google + Vimeo Instagram      Município do Funchal

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No âmbito da Semana da Mobilidade 2015, e com o intuito de responder às necessidades resultantes da crescente utilização de veículos de duas rodas na cidade do Funchal, o Município procederá à expansão e à criação de novos lugares de estacionamento reservados para veículos de duas rodas, abrangendo também o parque de estacionamento localizado no Edifício 2000 (inclui também lugares para estacionamento de quadriciclos).

O dia inaugural da Semana da Mobilidade ficou marcado por uma ação de sensibilização conjunta entre o Município do Funchal e a PSP-Escola Segura. Intitulada de “Miúdos Polícia por um dia”, algumas crianças tiveram a oportunidade de “vestir” a farda de polícia de trânsito e alertar os cidadãos para o estacionamento ilegal, o que constitui não apenas uma infracção, mas também um obstáculo para a mobilidade pedonal. Os condutores menos cuidadosos foram “brindados” com uma multa fictícia. Durante esta actividade, em que reinou a boa disposição e diversão, os “miúdos polícia” mostraram-se sempre muito atentos, intervindo quase sempre, de uma forma entusiástica e conscienciosa.

A Semana da Mobilidade 2015, que se realiza entre os dias 16-22 de setembro, arrancou hoje na Avenida Arriaga com a abertura oficial da exposição: "Mobilidade no Funchal: do Passado ao Presente", uma exposição que aborda a história dos meios de transporte na Ilha da Madeira. Complementada com a exposição de viaturas eléctricas, híbridas e movidas a GPL, esta edição da Semana da Mobilidade é também marcada por uma outra exposição que decorre na Praça do Município sobre a prevenção e sinistralidade rodoviária, incluindo, também, a exposição de diversos veículos sinistralizados.

A obra de recuperação do Caminho do Poço Barral, que liga as freguesias de Santo António e São Martinho, entre a Rotunda do Esmeraldo e a Travessa do Tanque, está concluída. Orçada em 227 mil euros, a intervenção reabilita, assim, um eixo viário de 790 metros, justificando-se, nas palavras do Presidente Paulo Cafôfo, "pelo facto daquela zona comercial ter uma grande pressão de automóveis e de pessoas, e estar num estado de conservação precário."